O Governo de Goiás, comandado por Daniel Vilela (MDB), participou da aprovação do reajuste do ICMS sobre combustíveis

O Governo de Goiás, comandado por Daniel Vilela (MDB), participou da aprovação do reajuste do ICMS sobre combustíveis

O Governo de Goiás, comandado por Daniel Vilela (MDB), participou da aprovação do reajuste do ICMS sobre combustíveis, que entrará em vigor em 1º de fevereiro de 2027. A decisão foi tomada em 27 de outubro, apenas dois dias após o segundo turno das eleições, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com aprovação unânime dos estados e do Distrito Federal.

Com a mudança, o imposto sobre a gasolina passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro. No diesel, o aumento será de R$ 1,17 para R$ 1,30, enquanto o gás de cozinha terá acréscimo de R$ 0,91 em impostos por botijão de 13 quilos. O reajuste poderá ser repassado aos consumidores, inclusive em Goianésia.

A participação de Goiás chama atenção porque, durante a campanha eleitoral, Daniel Vilela assumiu o compromisso de não criar novos tributos nem ampliar a carga tributária. Entretanto, o estado integrou a aprovação coletiva da atualização dos valores cobrados sobre os combustíveis.

É importante esclarecer que o aumento do ICMS não foi determinado pelo presidente Lula ou pelo governo federal. Trata-se de um imposto estadual, cujos valores sobre combustíveis são definidos conjuntamente pelos estados, seguindo a metodologia estabelecida na legislação de 2022, quando Jair Bolsonaro era o presidente.

Enquanto os estados aprovaram o reajuste, o governo federal prorrogou a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel por mais 30 dias, buscando conter os efeitos da alta dos preços internacionais.

Embora o aumento da tributação esteja confirmado, o impacto final nos postos dependerá de fatores como custos de distribuição, cotação do petróleo e margens comerciais.

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