O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, reforçou que trabalhadores não podem sofrer ameaças
O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, reforçou que trabalhadores não podem sofrer ameaças, constrangimentos ou perseguições em razão de suas preferências políticas. Empregadores não podem pressionar funcionários a apoiar candidatos, participar de manifestações ou ameaçar demissões por divergências eleitorais. Essas práticas podem resultar em responsabilização judicial e indenizações. Em Mato Grosso, uma decisão










